Quem sou eu
- Lucimaria Rangel
- Campinas, São Paulo, Brazil
- Sou profissional que acredita no SER HUMANO e no seu desenvolvimento para aprimoramento de suas qualidades e potenciais!
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sexta-feira, 22 de junho de 2012
Transtornos mentais é a terceira causa em afastamento do trabalho e atividades
psicóloga - Campinas - depressão

Os transtornos mentais respondem pela terceira causa de afastamento do trabalho no Brasil, de acordo com levantamentos realizados pela Previdência Social de 2008 para cá.
Essas doenças perdem apenas para as do sistema orteomuscular, caso da LER (Lesão por Esforço Repetitivo), e as lesões traumáticas.
Muitas vezes as patologias psiquiátricas se desenvolvem a partir do que se chama de estresse ocupacional. “Ele é ocasionado por vários fatores”, considera Duílio Antero de Camargo, psiquiatra, médico do trabalho e coordenador do Gr.Saúde Mental e Psiquiatria do Trabalho da USP -SP.
“Ter de cumprir metas abusivas, por exemplo. Há muita cobrança, muita competitividade nos ambientes corporativos, e a pressão que se forma leva às alterações.”
Entre os males, o mais comum é a depressão. “Em determinados anos, responde por mais de 50% dos afastamentos por transtorno mental”, contabiliza Camargo.
A proporção é de 3 mulheres para cada homem –,sua incidência predomina nas ocupações em que há mais profissionais do sexo feminino,como: professoras.
Isso também está relacionado à fase da vida da mulher. Quando geralmete está mais vulnerável, após o nascimento de um filho ou na menopausa, períodos em que há várias alterações na parte endocrinológica.
A Segunda das causas de afastamento por doença psiquiátrica, a ansiedade pode estar associada a transtornos de estresse pós-traumático – eles surgem depois de acidentes graves com risco de morte.
OsPoliciais e bombeiros,saúde e outros que lidam com sofrimento e pressão; mas os bancários, e caminhoneiros, que sofrem sequestros relâmpago sobretudo nas madrugadas, entraram para o grupo de risco.
Em terceiro lugar da lista estão as perturbações originadas pelo consumo de substâncias psicoativas, como álcool, maconha e cocaína. Elas atacam principalmente quem lida com aspectos sociais que a maioria das pessoas prefere evitar, caso de lixeiros e coveiros, vigias ou guardas noturnos.
Esgotamento
Um dos distúrbios característicos do mercado de trabalho atual é o Burnout, uma síndrome de esgotamento profissional.
E acomete em pessoas perfeccionistas, que fazem do trabalho uma missão de vida e, quando não veem resultado ou reconhecimento, não conseguem mais realizar as tarefas às quais sempre se dedicou.
O importante é cuidado com a vida e buscar novas formas de alegrar-se, fazer novas amizades e fazer coisas diferentes no seu dia a dia, para entender onde, está o excesso ou a falta.
A psicoterpia pode ser um grande aliado nesta descoberta, pois o quanto antes o problema é identificado, mais a pessoa consegue se apropriar e viver a vida com mais qualidade!
Lucimária Rangel
Psicóloga

Os transtornos mentais respondem pela terceira causa de afastamento do trabalho no Brasil, de acordo com levantamentos realizados pela Previdência Social de 2008 para cá.
Essas doenças perdem apenas para as do sistema orteomuscular, caso da LER (Lesão por Esforço Repetitivo), e as lesões traumáticas.
Muitas vezes as patologias psiquiátricas se desenvolvem a partir do que se chama de estresse ocupacional. “Ele é ocasionado por vários fatores”, considera Duílio Antero de Camargo, psiquiatra, médico do trabalho e coordenador do Gr.Saúde Mental e Psiquiatria do Trabalho da USP -SP.
“Ter de cumprir metas abusivas, por exemplo. Há muita cobrança, muita competitividade nos ambientes corporativos, e a pressão que se forma leva às alterações.”
Entre os males, o mais comum é a depressão. “Em determinados anos, responde por mais de 50% dos afastamentos por transtorno mental”, contabiliza Camargo.
A proporção é de 3 mulheres para cada homem –,sua incidência predomina nas ocupações em que há mais profissionais do sexo feminino,como: professoras.
Isso também está relacionado à fase da vida da mulher. Quando geralmete está mais vulnerável, após o nascimento de um filho ou na menopausa, períodos em que há várias alterações na parte endocrinológica.
A Segunda das causas de afastamento por doença psiquiátrica, a ansiedade pode estar associada a transtornos de estresse pós-traumático – eles surgem depois de acidentes graves com risco de morte.
OsPoliciais e bombeiros,saúde e outros que lidam com sofrimento e pressão; mas os bancários, e caminhoneiros, que sofrem sequestros relâmpago sobretudo nas madrugadas, entraram para o grupo de risco.
Em terceiro lugar da lista estão as perturbações originadas pelo consumo de substâncias psicoativas, como álcool, maconha e cocaína. Elas atacam principalmente quem lida com aspectos sociais que a maioria das pessoas prefere evitar, caso de lixeiros e coveiros, vigias ou guardas noturnos.
Esgotamento
Um dos distúrbios característicos do mercado de trabalho atual é o Burnout, uma síndrome de esgotamento profissional.
E acomete em pessoas perfeccionistas, que fazem do trabalho uma missão de vida e, quando não veem resultado ou reconhecimento, não conseguem mais realizar as tarefas às quais sempre se dedicou.
O importante é cuidado com a vida e buscar novas formas de alegrar-se, fazer novas amizades e fazer coisas diferentes no seu dia a dia, para entender onde, está o excesso ou a falta.
A psicoterpia pode ser um grande aliado nesta descoberta, pois o quanto antes o problema é identificado, mais a pessoa consegue se apropriar e viver a vida com mais qualidade!
Lucimária Rangel
Psicóloga
quinta-feira, 21 de junho de 2012
A obesidade vem crescendo e engordando os números
Psicologa - Campinas obesidade
Cada vez mais encontramos reações emocionais refletido nos comportamentos alimentares desordenados. O excesso ou a restrição do alimento, desta forma a obesidade não escolhe gênero, classe social, ou de conhecimento, deixa de ser apenas uma questão de estética e passa a ser problema de saúde pública, incluindo crianças de tenra idade!
O Ministério da Saúde divulgou o resultado da primeira edição do estudo Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL), realizado no ano de 2011 em 27 cidades brasileiras.
O resultado é alarmante, os índices tanto de população acima do peso, quanto de obesos aumentou significativamente. Em 2006 era de 11,4% obesos e hoje chega a 13%, entre as mulheres o índice é maior e alcança os 13,6%.
A obesidade é uma doença crônica, caracterizada pelo acúmulo de gordura corporal, tendo como causa vários fatores: genético, comportamentale, emocional ou ambiental. O diagnóstico,se dá através do cálculo do Índice de Massa Corporal - IMC (relação entre peso e altura).
A Obesidade vem acompanhada de diversos prejuízos à qualidade de vida e saúde dos indivíduos. Os problemas podem ser tanto de ordem clínica como psicológica e social. Porquê a obesidade tras sintomas prejudiciais e desenvolvimento de doenças como hipertensão, diabetes, problemas cardiorrespiratórios, além da perda da autoestima, sentimentos de desesperança, o isolamento social, depressão, ansiedade entre outros.
As questões psicológicas, ou problemas emocionais podem ser percebido como conseqüência da doença, no entanto, estudos mostram que ele pode preceder a depressão ou a ansiedade, já que os conflitos psíquicos nos pacientes como não encontram expressão oral e social com as pessoas, acabam por desencadear uma reação de punição ou de busca imediata de prazer por compensassão atráves da alimentação desordenada. Prejudicando a si mesma, sem resolver o problema.
Muitos sonham em resolver os problemas emocionais com o bisturi, em cirurgias, que imaginam dai resolver o problema da amizade, beleza, relacionamemto amorosos, trabalho... Mas estas questões dependem do seu autoconhecimento e superação de suas frustrações e superações relacionais e não limitações físicas.
O atendimento multidisciplinar é de grande importância, com médicos, nutricionistas e psicólogos. Quando há comorbidade( doenças associadas) com patologias psiquiátricas como transtorno de ansiedade, transtorno de compulsão alimentar periódica, bulimia o uso de medicação pode ser recomendável.
O tratamento psicológico pode ser de grande importancia para que o indivíduo possa entender o que estimula este comportamento reativo e consegir o controle.
Cada vez mais encontramos reações emocionais refletido nos comportamentos alimentares desordenados. O excesso ou a restrição do alimento, desta forma a obesidade não escolhe gênero, classe social, ou de conhecimento, deixa de ser apenas uma questão de estética e passa a ser problema de saúde pública, incluindo crianças de tenra idade!
O Ministério da Saúde divulgou o resultado da primeira edição do estudo Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL), realizado no ano de 2011 em 27 cidades brasileiras.
O resultado é alarmante, os índices tanto de população acima do peso, quanto de obesos aumentou significativamente. Em 2006 era de 11,4% obesos e hoje chega a 13%, entre as mulheres o índice é maior e alcança os 13,6%.
A obesidade é uma doença crônica, caracterizada pelo acúmulo de gordura corporal, tendo como causa vários fatores: genético, comportamentale, emocional ou ambiental. O diagnóstico,se dá através do cálculo do Índice de Massa Corporal - IMC (relação entre peso e altura).
A Obesidade vem acompanhada de diversos prejuízos à qualidade de vida e saúde dos indivíduos. Os problemas podem ser tanto de ordem clínica como psicológica e social. Porquê a obesidade tras sintomas prejudiciais e desenvolvimento de doenças como hipertensão, diabetes, problemas cardiorrespiratórios, além da perda da autoestima, sentimentos de desesperança, o isolamento social, depressão, ansiedade entre outros.
As questões psicológicas, ou problemas emocionais podem ser percebido como conseqüência da doença, no entanto, estudos mostram que ele pode preceder a depressão ou a ansiedade, já que os conflitos psíquicos nos pacientes como não encontram expressão oral e social com as pessoas, acabam por desencadear uma reação de punição ou de busca imediata de prazer por compensassão atráves da alimentação desordenada. Prejudicando a si mesma, sem resolver o problema.
Muitos sonham em resolver os problemas emocionais com o bisturi, em cirurgias, que imaginam dai resolver o problema da amizade, beleza, relacionamemto amorosos, trabalho... Mas estas questões dependem do seu autoconhecimento e superação de suas frustrações e superações relacionais e não limitações físicas.
O atendimento multidisciplinar é de grande importância, com médicos, nutricionistas e psicólogos. Quando há comorbidade( doenças associadas) com patologias psiquiátricas como transtorno de ansiedade, transtorno de compulsão alimentar periódica, bulimia o uso de medicação pode ser recomendável.
O tratamento psicológico pode ser de grande importancia para que o indivíduo possa entender o que estimula este comportamento reativo e consegir o controle.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Em quais ações você está investindo ?
Nossa
vida é composta de várias partes. Essas partes compõem um todo onde
cada uma mantém total ligação umas com as outras. Elas estão
interconectadas de tal maneira que o funcionamento de uma influencia no
desempenho das outras.Essa noção de integralidade é explicada pelo Holismo. Juntamente a esta visão holística do ser humano, temos a teoria do equilíbrio organísmico que afirma que todo e qualquer organismo trabalha com o intuito de atingir uma homeostase que, em outras palavras, é nada mais do que equilíbrio. Portanto, o nosso corpo tende a ajustar-se com o meio ambiente, viabilizando harmonia.
Em decorrência de tudo isto, é que dizemos que a vida humana é composta
de diversos campos: o profissional, o pessoal, o afetivo, o social, o
espiritual, o familiar e outros. Todos atuam conjuntamente, como uma
espécie de rede e justamente em virtude disto é que, quando estamos mal
no aspecto espiritual, pode ser que não nos sintamos muito bem na vida
pessoal; ou então, quando não vamos bem no campo afetivo, a nossa área
profissional pode ficar prejudicada, e assim por diante.
Devemos cuidar, portanto, de todas os aspectos da nossa vida. Todos
merecem atenção. Nenhum deve ser preterido, pois pode ocorrer de
estarmos funcionando de forma doentia na vida afetiva, mas por termos
nossa vida profissional saudável/forte, conseguirmos dar a volta por
cima com o suporte fornecido pela área profissional. Uma área preservada
pode nos dá a força necessária para vencermos os obtáculos que se
apresentam em uma outra que está comprometida. É por esta razão que o
psicólogo, nesses momentos de crise, vasculha, junto com o paciente, o
que há de mais sadio em seu conjunto (organismo como um todo), dá ênfase
a esta parte preservada, cuidando para que ela proporcione o suporte
necessário para o paciente se reerguer.
Diante do acima exposto, é que orientamos as pessoas a não investirem
todas as suas ações em apenas uma área da vida. A coisa funciona
parecido com um investimento que você realiza em uma agência bancária. O
gerente instrui você a colocar parte de seu dinheiro em uma AÇÃO A,
outra parte numa outra AÇÃO B e assim, vai distribuindo de forma
racional e inteligente o seu dinheiro. Sendo assim, caso alguma das
empresas nas quais você investiu venha a ter uma queda, você não será
prejudicado inteiramente, mas apenas parcialmente.
Num processo de psicoterapia, o psicólogo orientará para que o paciente
cuide de todos os campos do seu viver. Conduz o processo de maneira que o
paciente se conscientize do como está investindo suas ações e assim,
realize uma distribuição equitativa, equilibrada, evitando maiores
prejuízos no futuro.
E você, já parou para pensar onde tem investido suas ações?
Pense nisso!
Thatianny Moreira
terça-feira, 17 de abril de 2012
Auto realização e transcendencia
MASLOW PREVIU A MUDANÇA
Psicóloga em Campinas
Por Owen K. Waters
Abraham Maslow (1908-1970) foi um psicólogo que se tornou conhecido pela sua hierarquia das necessidades humanas. Quando ele desenvolveu a sua teoria nos anos 50, ele previu a transformação da humanidade em um reino de transcendência espiritual, mas não tinha idéia de quão breve isto iria se transformar em um grande movimento.
A hierarquia das necessidades humanas de Maslow mostra que as necessidades humanas básicas têm que ser satisfeitas antes que as pessoas possam atender às necessidades e valores mais elevados.
Primeiro, as necessidades fisiológicas básicas da alimentação e do abrigo devem ser supridas a fim de assegurar a sobrevivência.
Segundo, uma vez que o alimento e o abrigo sejam obtidos, a segurança e a proteção devem ser alcançadas.
Terceiro, a aceitação pelos outros é procurada, em ambos os sentidos: tanto social, quanto pessoal. Para satisfazer esta necessidade de “pertencer”, as pessoas se tornam parte de um grupo, uma tribo, de uma família ou comunidade.
Quando estas necessidades externas são satisfeitas, então o indivíduo trabalha para adquirir o respeito próprio. O reconhecimento pelos outros produz a autoestima.
Uma vez que estas necessidades externas são preenchidas, a necessidade interna dirigida para a auto-realização entra em jogo. A Auto-realização significa se tornar o melhor que a sua personalidade pode ser. As pessoas auto-realizadas incluem aquelas que alcançaram a abundância material, e também aquelas que, como uma decisão do poder pessoal, escolheram a simplicidade e não a busca de mais abundância. Em algum momento, quando uma pessoa diz “Isto é o suficiente”, para a busca interminável da segurança financeira adicional, então elas se tornam livres para realizar qualquer coisa que inspire mais a sua alegria interior.
A auto-realização é alcançada depois que o indivíduo deixa de ter deferência à autoridade hierárquica e amadurece na habilidade de criar as suas próprias regras de responsabilidade pessoal. A personalidade pessoal é sempre mais poderosa e eficaz do que qualquer sistema de regras impostas. Por exemplo, vocês podem ameaçar punir alguém se ele roubar e espera que a ameaça funcione. Mas uma pessoa auto-responsável simplesmente não iria roubar, porque ela sentiria empatia pela perda que uma suposta vítima sentiria. Ela simplesmente não teria a coragem de fazer isto a outra pessoa.
É uma questão de aumento de maturidade. Quando uma pessoa abandona as imposições de autoridade externa e se torna a autoridade auto-dirigida, então ela se torna muito mais funcional no mundo. Isto é, de fato, um estado mais elevado de consciência, que proporciona uma maior visão da consciência. A partir desta perspectiva expandida, ela pode ver claramente que, como um indivíduo, pode servir melhor à humanidade.
Neste estado de consciência, a pessoa adquire a habilidade de pensar e de analisar as situações de forma independente. Como resultado, soluções novas e criativas vêm à mente. Ela tem a auto-estima suficiente para ser capaz de ver claramente as suas próprias necessidades, habilidades, pontos fortes e fracos, e a partir disto, ela vê onde pode ser mais útil à humanidade.
Uma vez que as necessidades básicas sejam satisfeitas, os próximos valores a requererem atenção se referem a ser. O primeiro destes valores é a auto-realização, que é a necessidade instintiva de um ser humano aproveitar ao máximo as suas capacidades únicas.
Acima disto, Maslow colocou a transcendência, que ele considerou como um valor espiritual. As universidades tradicionais tipicamente presumem que as questões espirituais estão além da compreensão dos seus estudantes, assim eles apresentam a hierarquia das necessidades humanas de Maslow de forma diferente. Elas a apresentam com a auto-realização como o objetivo humano primordial, e omitem o estágio da transcendência.
Os valores de ser da auto-realização e da transcendência são os aspectos mais elevados e mais belos da consciência humana. Eles incluem o amor incondicional, o altruísmo, a alegria interior, o amor à natureza, o desenvolvimento da intuição (em homens e mulheres), o idealismo e um senso de sabedoria que surge do interior. Estas habilidades desenvolvem as funções da criatividade e da intuição no cérebro direito.
Nos anos 50, Maslow acreditava que somente 2% da população tinham alcançado a auto-realização. Nos meados dos anos 60 mudou tudo isto, quando as massas de pessoas começaram a busca pelos valores mais elevados, tais como o amor incondicional e a sabedoria espiritual. Hoje em dia, este grupo de pessoas progressivas se desenvolveu de 2% para mais de 20% e está aumentando a cada ano.
A Mudança não é um subproduto temporário da geração baby boom, ou qualquer outra geração da cultura moderna. Não é uma moda passageira. Isto não irá desaparecer. É uma pressão cósmica que está se revelando e aumentando incansavelmente na frequência de toda a consciência no planeta.
É parte do plano do Ser Infinito que avancemos para a próxima fase da realização humana consciente. A Mudança é, colocada de forma bem simples, a mais maravilhosa transformação no registro da História. É onde a humanidade irá construir, literalmente, o Céu na Terra.
domingo, 8 de abril de 2012
SOS Ação Mulher e Família: Há ligação entre o axé e o tráfico de mulheres?M...
SOS Ação Mulher e Família:
Há ligação entre o axé e o tráfico de mulheres?M...: Há ligação entre o axé e o tráfico de mulheres? Mariana Sanches Pesquisa liga letras misóginas ao tráfico de mulhere...
Há ligação entre o axé e o tráfico de mulheres?M...: Há ligação entre o axé e o tráfico de mulheres? Mariana Sanches Pesquisa liga letras misóginas ao tráfico de mulhere...
terça-feira, 27 de março de 2012
Medicação Preventiva
Observe os seus métodos de cultivar a verdade. Muitas pessoas que se presumem verdadeiras, são veículos de perturbação e desânimo.
Proceda com inteligência em todas as situações. Não se esqueça, porém, de que muitos homens inteligentes são meros velhacos.
Seja forte na luta de cada dia. Não olvide, contudo, que muitos companheiros valentes são suicidas inconscientes.
Estime a eficiência. No entanto, a pretexto de rapidez, não adote a precipitação.
Não enfrente perigos, sem recursos para anulá-los. O que consignamos por dessasombro, muita vezes é loucura.
Guarde valor em suas atitudes. Recorde, entretanto, que o valor não consiste em vencer, de qualquer modo, mas em conquistar o adversário no trabalho pacífico.
Tenha bom ânimo, mas seja comedido em seus empreendimentos. Da audácia ao crime, a distância é de poucos passos.
Atenda a afabilidade e a doçura em seu caminho. Não perca, porém, o seu tempo em conversas inúteis.
André Luiz
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Porquê o Natal lembra Depressão?
Com a aproximação do Natal somos tomados por uma melancolia, tristeza e reflexões do que tivemos ou do que nos faltou.
As imagens simbolizando o Natal ou a movimentação nos lembra de uma infância, em que sonhávamos com um Papai Noel amável, que não nos esquecia, que sempre se lembrava de nós e como se em algum lugar, alguém viesse nos mostrar o quanto somos importantes ou o quanto somos amados por alguém.
As imagens simbolizando o Natal ou a movimentação nos lembra de uma infância, em que sonhávamos com um Papai Noel amável, que não nos esquecia, que sempre se lembrava de nós e como se em algum lugar, alguém viesse nos mostrar o quanto somos importantes ou o quanto somos amados por alguém.
Esta é a magia do Natal, o desejo de sermos amados incondicionalmente por nossa família, por aquele que amamos e sempre temos a impressão que amamos mais do que somos amados!
E a magia de criança, se torna o pesadelo de agora, pois foram os sentimentos e ficaram apenas os presentes, que significa, comprei uma lembrancinha para você não ficar chateada!? Como assim?
- Tudo brilha, menos você. Parece que o Natal serve apenas deprimi-lo e receber “forçadamente” o carinho dos próximos.
Fica o sentimento de vazio, de angústia, ano após ano... E, no seu silencio interior, você grita uma pergunta, na esperança de que algo magicamente aconteça, quem sabe imaginando que algo novo possa tomar a frente. Sonhar acordada como criança!
E a pergunta se repete ecoando das profundezas do seu psiquismo, da sua alma: - Até quando essa sensação de tristeza me perseguirá sempre no Natal? E por quê???
O Natal nos convida a renovação, mas parece que ficou faltando algo no meio do caminho. Sim aquela dose de amor, que imaginávamos merecer, a esperança de um dia este amor chegar e daí renovarmos a vida.
O Natal nos convida a renovação, mas parece que ficou faltando algo no meio do caminho. Sim aquela dose de amor, que imaginávamos merecer, a esperança de um dia este amor chegar e daí renovarmos a vida.
... E o dia do Natal vai chegando. Fatalmente, você se encontrará com a sua família, no mínimo se lembrará dela. Situações de afetos reprimidos, indefinidos ou situações que para você ficaram como desamor ou rejeição. E por mais que você lute contra, será assolado por inúmeras lembranças.
O Natal avisa a todos que o perdão deve estar presente em nossas vidas e no dia 25 esta é uma das questões que aparecem de modo emergencial. O clima do Natal o invade na medida em que convida você mesmo para se perdoar.
Neste período temos mais autoconsciência dos nossos momentos e de cada pessoa que nos faz sentir angústia, saudade, ou necessidade de colo.
O Natal avisa a todos que o perdão deve estar presente em nossas vidas e no dia 25 esta é uma das questões que aparecem de modo emergencial. O clima do Natal o invade na medida em que convida você mesmo para se perdoar.
Neste período temos mais autoconsciência dos nossos momentos e de cada pessoa que nos faz sentir angústia, saudade, ou necessidade de colo.
Se você se identifica com estas sensações, sentimentos, lembranças e pensamentos, saudades, amores perdidos ... Não se desespere, se renove e escreva tudo o que vier em sua mente numa folha em branco, dizendo para si o que sentiu e como quer sentir-se de agora para frente e pense o quanto isso pode ser possível, pois estamos em tempo de renovação e transformação pessoal.
Coloque-se como o responsável por sua vida, você não precisa ser vitima para sempre! Você pode brilhar pelas suas atitudes e sentimentos verdadeiros sem ser o culpado. Aproveite o Natal, viva o carinho das pessoas que podem lhe oferecer, ofereça a quem deseja dar este carinho e faça você, a mágica que precisa para este natal!
Não espere o Papai Noel, mas receba de coração aberto o AMOR que Aquele Pai Maior, lhe enviou como consolador de nossas dores e aflições.
“Bem-aventurados os aflitos, porque eles serão consolados”.
"Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei e abrir-se-vos-á;
porque todos os que pedem, recebem; os que buscam, acham; e a quem bate se abre."
(Mateus, 7:7-8.)
porque todos os que pedem, recebem; os que buscam, acham; e a quem bate se abre."
(Mateus, 7:7-8.)
Um NATAL RENOVADOR a todos !!!!!
Lucimaria Rangel -
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
A paternidade muda o cérebro Homens ficam mais atentos e acolhedores com a chegada do bebê
Hoje se sabe, por exemplo, que os homens influenciam as crianças de modo único: desempenham o papel de desafiá-las e instigá-las a desenvolver capacidades emocionais e cognitivas para enfrentar o mundo. Em um artigo de 1958, o psiquiatra britânico John Bowlby lançou uma ideia até então controversa, que ficou conhecida como teoria do apego: segundo ele, para se desenvolverem bem, todas as crianças necessitam de um relacionamento saudável e seguro com um adulto. Sua obra se atém à natureza do vínculo da criança com a mãe. No entanto, nos anos 70 surgiram os primeiros estudos realmente voltados para os pais: eles são tão capazes quanto elas de cuidar dos filhos. “Homens estão igualmente aptos a compreender o choro de seus bebês como sinal de fome ou de cansaço e responder a essa demanda da criança”, reconhece Bowlby. Diante de um recém-nascido irrequieto, adultos de ambos os sexos têm as mesmas respostas fisiológicas: alterações na frequência cardíaca, respiração e temperatura da pele. Assim como as mulheres, homens vendados conseguem distinguir seus bebês em meio a uma fileira de outros, numa enfermaria, apenas tocando suas mãozinhas. A psicóloga Anne E. Storey e seus colegas da Universidade Memorial de New-foundland, no Canadá, descobriram recentemente que o nível de testosterona dos pais diminuiu em um terço nas primeiras semanas após seus filhos terem nascido, uma mudança que sugere que o homem fica menos agressivo e mais acolhedor nesse período. Alguns representantes do sexo masculino podem até sofrer de depressão pós-parto: em uma avaliação de 2005 com 26 mil pais e mães, o psiquiatra Paul G. Ramchandani, da Universidade de Oxford, verificou que 4% dos homens apresentavam sintomas da patologia até oito semanas após o nascimento dos filhos. Leia mais sobre o que acontece no cérebro de pais e mães na edição de dezembro de Mente e Cérebro, n° 227. | ||||||
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Os Efeitos da Gratidão, Retorno garantido!!
Pesquisadores mostram como o sentimento de mostrar-se agradecido melhora o sono, além de diminuir a ansiedade e a depressão
Um novo estudo demonstra que sentir-se grato faz com que as pessoas se tornem menos passíveis de ficarem agressivas quando provocadas.
Mas, e se você não for do tipo grato? De acordo com os pesquisadores, comece com uma gratidão “light”. Esse é o termo usado por Robert A. Emmons, da Universidade da Califórnia, em Davis, para a técnica que ele utilizou em seus experimentos pioneiros conduzidos juntamente com Michael E. McCullough, da Universidade de Miami.
Eles instruíram as pessoas a manter um diário listando cinco coisas pelas quais elas se sentiam gratas, como a generosidade de um amigo, algo que aprenderam ou um pôr do sol que lhes tenha agradado.
O diário de gratidão era breve – só uma frase para cada uma das cinco coisas – e era preenchido só uma vez por semana, mas após dois meses houve efeitos significativos. Em comparação com o grupo de controle, os indivíduos que mantiveram o diário de gratidão eram mais otimistas e mais felizes. Eles relataram menos problemas físicos e passaram mais tempo se exercitando.
Outros benefícios foram observados num estudo de sobreviventes de poliomielite e outros com problemas neuromusculares. Aqueles que mantiveram um diário de gratidão relataram se sentir mais felizes e mais otimistas do que aqueles no grupo de controle, e esses relatos foram corroborados com observações de seus cônjuges. Essas pessoas gratas também adormeciam mais rapidamente à noite, tinham um sono mais longo e acordavam se sentindo mais renovadas.
“Se você quer dormir melhor, conte seus benefícios em vez de carneirinhos”, aconselha Emmons no livro Thanks! (“Obrigado!”, em tradução livre), sobre a pesquisa da gratidão.
Mas não confunda gratidão com endividamento. Claro, você pode se sentir obrigado a devolver um favor, mas isso não é gratidão, pelo menos não segundo a definição dos psicólogos. Endividamento é um sentimento mais negativo e não resulta nos mesmos benefícios que a gratidão, que lhe inclina a ser gentil com todos, não somente um benfeitor.
Reação em cadeia
Num experimento da Universidade Northeastern, Monica Bartlett e David DeSteno sabotaram os computadores de cada participante e armaram para que um outro aluno os consertasse. Depois disso, os alunos que haviam sido ajudados eram mais passíveis de se voluntariarem para ajudar outra pessoa – um completo estranho – em alguma tarefa não relacionada. A gratidão promoveu carma bom. E se funciona com estranhos...
Tente com a sua família. Não importa o quão disfuncional ela seja, a gratidão ainda pode funcionar, diz Sonja Lyubomirsky da Universidade de Califórnia, em Riverside.
“Agradeça por cada gesto gentil ou generoso. Expresse sua admiração pelas habilidades ou talentos alheios – usar com destreza uma faca de cozinha, por exemplo. E dê ouvidos de verdade, mesmo quando o seu avô estiver lhe entediando novamente com a mesma história da Segunda Guerra Mundial”, diz.
Sentimento diminui agressividade
Um experimento recente da Universidade de Kentucky mostrou o que acontece quando você ataca alguém que o incomoda. Após entregarem uma redação, alguns alunos receberam elogios enquanto outros receberam uma avaliação mordaz: “Esta é uma das piores redações que eu já li!”Depois, cada aluno jogou um jogo de computador contra a pessoa que havia feito a avaliação. O ganhador do jogo poderia administrar uma descarga de barulho contra o perdedor. Não é de surpreender que os redatores insultados retaliaram contra seus críticos submetendo-os a descargas especialmente altas – muito mais altas do que o barulho administrado pelos alunos que haviam recebido avaliações positivas.
Mas houve uma exceção a essa tendência entre um subgrupo dos alunos: aqueles que foram instruídos a escrever redações sobre coisas pelas quais eram gratos. Após esse exercício em contar seus benefícios, eles não se sentiram incomodados pela crítica negativa – ou pelo menos não se sentiram compelidos a aumentar o barulho contra seus críticos.
“A gratidão é mais do que só sentir-se bem”, disse Nathan DeWall, que orientou o estudo na Kentucky. Ao aumentar a empatia, ela ajuda as pessoas a ficarem menos agressivas. “É uma emoção com oportunidades iguais. Qualquer um pode experienciá-la e se beneficiar dela”.
Tradução de Adriano Scandolara.
sábado, 19 de novembro de 2011
Pesquisas atuais confirmam que um em cada 12 adolescentes londrinos se auto mutilam, sendo assim considerado um problema de saúde pública
Novo estudo publicado na Revista Lancet revela que um em cada 12 adolescentes londrinos, na maioria garotas, o hábito de se auto-mutilar(cutting) se encontra presente. Os adolescentes que têm o hábito de automutilação segundo os pesquisadores correm mais risco de suicídioOs autores consideraram que a lesões autoprovocadas são uma 'janela de vulnerabilidade' que revelam o momento difícil da adolescência e a imaturidade de lidar com os sentimentos e emoções. "Essas lesões representam uma forma de lidar com essas emoções", dizem os autores, eles também sinalizam que esses adolescentes costumam ter problemas de saúde mental que não se resolvem sem tratamento.
Outra pesquisa realizada no Instituto de Psiquiatria do King’s College de Londres analisou 1.800 jovens com idades entre 15 e 29 anos entre os anos de 1992 e 2008. A pesquisa apontava que a combinação de mudanças hormonais e mudanças cerebrais na área do córtex pré-frontal (área que se associa ao planejamento, expressão e conduta) são fatores principais para as dificuldades emocionais e tensões familiares nessa fase.
Os cortes e queimaduras foram as mais recorrentes formas de auto-mutilação entre os adolescentes, junto com métodos de envenenamento e uso de drogas. Os autores disseram que, apesar de ser tranquilizador que quase 90% dos adolescentes que informaram ter se machucado tivessem deixado o hábito ao chegar à idade adulta, também vale reconhecer os altos riscos que correm os demais que continuam praticando.
Estudos anteriores demonstram que indivíduos que se machucam propositalmente e que sofrem alguma internação na adolescência são 100 vezes mais propensos ao suicídio do que a média da população. "Devido à associação entre lesões provocadas em si mesmo e suicídio, o tratamento de transtornos mentais durante a adolescência poderia constituir um componente importante da prevenção do suicídio em adultos", disse um dos autores.
Fonte: O Estadão
terça-feira, 13 de setembro de 2011
"Solidão é uma ilha com saudade de barco"
Cultivar boas amizades ajuda a trabalhar o sentimento de solidão
Viver sozinho não significa ser solitário ou estar à parte da sociedade
É comum ouvirmos das pessoas que elas têm medo da solidão. Mas o curioso é que, segundo um levantamento do jornal O Estado de S. Paulo, que utilizou dados do Censo Demográfico de 2010 do IBGE, 6,9 milhões de pessoas vivem sozinhas no país e nos últimos 20 anos o número de brasileiros solitários triplicou.
Por que isso acontece? Os mais céticos afirmam que isso decorre do envelhecimento da população e do aumento na renda média do brasileiro. Ao mesmo tempo, isso também mostra um processo de individualização das pessoas.
Nos últimos anos, as famílias começaram a se estruturar de diferentes maneiras. Os filhos saem mais cedo de casa para estudar, enquanto os pais, muitas vezes, separam-se e casam novamente, sem, necessariamente, morar junto com seu novo(a) companheiro(a). Além disso, o mercado de trabalho se mostra aquecido em determinadas cidades e parado em outras, exigindo a migração das pessoas. A sociedade mudou e isso fez com que os indivíduos alterassem seu comportamento, buscando independência pessoal.
O fato é que, cada vez mais, o ser humano está aprendendo a viver sozinho e a solidão deixou de ser um "bicho papão". O comércio, de olho nessa nova fatia de mercado já adaptou bares e restaurantes para que o solitário não seja discriminado ou constrangido, treinando seus funcionários a evitar a pergunta: "o(a) Sr.(a) aguarda uma pessoa".
Do ponto de vista da psicanálise, a solidão é algo natural: "Nascemos sozinhos e morremos sozinhos". A ideia de que somos seres inteiros e não uma parte, também reforça isso e derruba de vez o conceito de "metade da laranja".
Uma pessoa terapeutizada passa a se entender melhor, descobre que ela mesma pode ser uma excelente companhia e se conscientiza de que é possível, sim, ser feliz sozinha sem, com isso, se isolar da sociedade.
Se preparar para a solidão tem sido uma das maiores buscas em meu consultório, pois em algum momento de nossas vidas estaremos sós e isso, ao contrário do que se imagina, também pode ser muito bom.
Confira algumas dicas para trabalhar a solidão:
1. Mantenha sempre a sua individualidade, mesmo vivendo a dois. Nunca se anule;
2. Crie o hábito de se interiorizar, medite;
3. Cultive amizades verdadeiras;
4. Faça terapia, pois o auxílio profissional pode ajudá-lo a desenvolver a autoconfiança e o autoconhecimento, que são essenciais para aprender a lidar e conviver com a solidão, sendo, desta forma, muito feliz.
"O homem solitário, todo aquele que se diz em solidão, exceto nos casos patológicos, é alguem que se receia encontrar, que evita descobrir-se, conhecer-se, assim ocultando a sua identidade na aparência de infeliz, de incompreendido e abandonado."
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Lições de vida para famílias
| Lições de vida para famílias | |
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sexta-feira, 8 de julho de 2011
Exercício para Acabar com a Tristeza
Já percebeu como nos frustramos por esperar demais das pessoas? Taí um erro. Pois é, o que não conseguimos entender é que até os entes mais queridos não têm condições de dar o que queremos ou simplesmente não querem dar, afinal todos são livres para fazer as próprias escolhas. E você aceita isso? Não, né? Ninguém aceita uma recusa…
não espere nada de ninguém! Se vier, ótimo. Se não, siga em frente, sem alimentar o seu lado vítima, o “pobre de mim”.
Quer saber? Como posso me desapontar comigo mesmo, também não espero nada de mim. Viu só? Incorporar certas idéias pode dar aquela leveza de que precisamos na vida.

Agora procure um lugar calmo e leia o trecho abaixo:
“Eu estou aqui, vivo a vida com seus desafios. Eu não sou coitada e nem vítima dessa situação. Eu solto e assumo minha coragem! Assumo minha vontade de ir e a necessidade de elevar meu astral. Eu me alegro por falar o que quero. Por expressar meus sentimentos como são. Sim, eu posso me manter tranqüila, deixando que as pessoas cuidem de seus problemas e assumindo os meus. Eu posso me manter tranqüila não esperando nada de ninguém. Porque decido ter humor e não levar as coisas exageradamente a sério. Eu posso agir seriamente e sorrir sempre. Posso rir e jogar fora mágoas, tristezas e desilusões. Hum, que bom jogar fora as desilusões… Mais do que tudo isso, me aceito. Sou assim. Tenho uma série de defeitos e fraquezas. Mas é o que sou, é o jeito que eu sei fazer. Quero estar bem comigo. Os outros não fazem por mim. Eu me viro e vivo bem. Aconteça o que acontecer, eu me viro e vou arriscar.”
Uma das chaves para sair da tristeza é arriscar. Então vamos lá, arregace as mangas, pise fundo e coloque uma coisa em mente: a gente vai ter sempre que enfrentar algo na vida. Encare-a, portanto, com boa vontade, bom sentimento e o seu melhor.
Abra-se e viva a vida!!!
não espere nada de ninguém! Se vier, ótimo. Se não, siga em frente, sem alimentar o seu lado vítima, o “pobre de mim”.
Quer saber? Como posso me desapontar comigo mesmo, também não espero nada de mim. Viu só? Incorporar certas idéias pode dar aquela leveza de que precisamos na vida.
Agora procure um lugar calmo e leia o trecho abaixo:
“Eu estou aqui, vivo a vida com seus desafios. Eu não sou coitada e nem vítima dessa situação. Eu solto e assumo minha coragem! Assumo minha vontade de ir e a necessidade de elevar meu astral. Eu me alegro por falar o que quero. Por expressar meus sentimentos como são. Sim, eu posso me manter tranqüila, deixando que as pessoas cuidem de seus problemas e assumindo os meus. Eu posso me manter tranqüila não esperando nada de ninguém. Porque decido ter humor e não levar as coisas exageradamente a sério. Eu posso agir seriamente e sorrir sempre. Posso rir e jogar fora mágoas, tristezas e desilusões. Hum, que bom jogar fora as desilusões… Mais do que tudo isso, me aceito. Sou assim. Tenho uma série de defeitos e fraquezas. Mas é o que sou, é o jeito que eu sei fazer. Quero estar bem comigo. Os outros não fazem por mim. Eu me viro e vivo bem. Aconteça o que acontecer, eu me viro e vou arriscar.”
Uma das chaves para sair da tristeza é arriscar. Então vamos lá, arregace as mangas, pise fundo e coloque uma coisa em mente: a gente vai ter sempre que enfrentar algo na vida. Encare-a, portanto, com boa vontade, bom sentimento e o seu melhor.
Abra-se e viva a vida!!!
Sindrome da Vítima
Síndrome de Vítima
A incapacidade de aceitar o mundo como ele é...
Todo o comportamento humano decorre da concepção que nós temos da realidade e nessa realidade existem dois pólos bastante distintos: aquilo que nós somos e aquilo que nos cerca. Nossa postura na vida depende do modo como estabelecemos essa relação: a relação entre nós e os outros, entre nós e os membros da nossa família, entre nós e outros membros da sociedade, entre nós e as coisas, entre nós e o trabalho, entre nós e a realidade externa. A nossa maneira de sentir e de viver depende de como cada um de nós interioriza a relação entre essas duas partes da realidade. E uma das formas que aprendemos de nos relacionarmos com os outros é a postura que designamos por vítima.
O que é a vítima? A vítima é a pessoa que se sente inferior à realidade, é a pessoa que se sente esmagada pelo mundo externo, é a pessoa que se sente desgraçada face aos acontecimentos, é aquela que se acostuma a ver a realidade apenas em seus aspectos negativos. Ela sempre sabe o que não deve, o que não pode, o que não dá certo. Ela consegue ver apenas a sombra da realidade, paralelo a uma incrível capacidade para diagnosticar os problemas existentes. Há nela uma incapacidade estrutural de procurar o caminho das soluções e, neste sentido, ela transfere os seus problemas para os outros; transfere para as circunstâncias, para o mundo exterior, a responsabilidade do que está lhe acontecendo. Esta é a postura da justificativa. Justificar-se é o sinal de que não queremos mudar. Para não assumirmos o erro, justificamo-nos, ou seja, transformamos o que está errado em injusto e, de justificativa em justificativa, paralisamo-nos, impedimo-nos de crescer. A vítima é incompetente na sua relação com o mundo externo. Enquanto colocarmos a responsabilidade total dos nossos problemas em outras pessoas e circunstâncias, tiraremos de nós mesmos a possibilidade de crescimento. Em vez disso, vamos procurar mudar as outras pessoas.
Este tipo de postura provém do sentimento de solidão. É quando não percebemos que somos responsáveis pela nossa própria vida, por seus altos e baixos, seu bem e seu mal, suas alegrias e tristezas; é quando a nossa felicidade se torna dependente da maneira como os outros agem. E como as pessoas não agem segundo nosso padrão, sentimo-nos infelizes e sofredores. Realmente, a melhor maneira de sermos infelizes é acreditarmos que é à outra pessoa que compete nos dar felicidade e, assim, mascaramos a nossa própria vida frente aos nossos problemas.
A postura de vítima é a máscara que usamos para não assumirmos a realidade difícil, quando ela se apresenta. É a falta de vontade de crescer, de mudar‚ escondida sob a capa da aparição externa. Essa é uma das maiores ilusões da nossa vida: desejarmos transferir para a realidade que não nos pertence, sobre a qual não possuímos nenhum controle, as deficiências da parte que nos cabe. Toda relação humana é bilateral: nós e a sociedade, nós e a família, nós e o que nos cerca. O maior mal que fazemos a nós próprios é usarmos as limitações de outras pessoas do nosso relacionamento para não aceitarmos a nossa própria parte negativa.
Assim, usamos o sistema como bode expiatório para a nossa acomodação no sofrimento. A vítima é a pessoa que transformou sua vida numa grande reclamação. Seu modo de agir e de estar no mundo é sempre uma forma queixosa, opção que é mais cômoda do que fazer algo para resolver os problemas. A vítima usa o próprio sofrimento para controlar o sentimento alheio; ela se coloca como dominada, como fraca, para dominar o sentimento das outras pessoas. O que mais caracteriza a vítima é a sua falta de vontade de crescer. Sofrendo de uma doença chamada perfeccionismo, que é a não aceitação dos erros humanos, a intolerância com a imperfeição humana, a vítima desiste do próprio crescimento. Ela se tortura com a idéia perfeccionista, com a imagem de como deveria ser, e tortura também os outros relativamente àquilo que as outras pessoas deveriam ser. Há na vítima uma tentativa de enquadrar o mundo no modelo ideal que ela própria criou, e sempre que temos um modelo ideal na cabeça é para evitarmos entrar em contato com a realidade. A vítima não se relaciona com as pessoas aceitando-as como são, mas da maneira que ela gostaria que fossem. É comum querermos que os outros sejam aquilo que não estamos conseguindo ser, desejar que o filho, a mulher e o amigo sejam o que nós não somos.
Colocar-se como vítima é uma forma de se negar na relação humana. Por esta postura, não estamos presentes, não valemos nada, somos meros objetos da situação. Querendo ser o todo, colocamo-nos na situação de sermos nada. Todavia, as dificuldades e limitações do mundo externo são apenas um desafio ao nosso desenvolvimento, se assumirmos o nosso espaço e estivermos presentes.
Assim, quanto pior for um doente, tanto mais competente deve ser o médico; quanto pior for um aluno, mais competente deve ser o professor. Assim também, quanto pior for o sistema ou a sociedade que nos cerca, mais competentes devemos ser com pessoas que fazem parte desta sociedade; quanto pior for nosso filho, mais competentes devemos ser como pai ou mãe; quanto pior for a nossa mulher, mais competentes devemos ser como marido; quanto pior for nosso marido, mais competentes devemos ser como esposa, e assim por diante. Desta forma, colocamo-nos em posição de buscar o crescimento e tomamos a deficiência alheia como incentivo para nossas mudanças existenciais. Só podemos crescer naquilo que nós somos, naquilo que nos pertence. A nossa fantasia está em querermos mudar o mundo inteiro para sermos felizes. Todos nós temos parte da responsabilidade naquilo que está ocorrendo. Não raras vezes, atribuímos à sociedade atual, ao mundo, a causa de nossas atribulações e problemas. Talvez seja esta a mais comum das posturas da vítima: generalizar para não resolver. Os problemas da nossa vida só podem ser resolvidos em concreto, em particular. Dizer, por exemplo, que somos pressionados pela sociedade a levar uma vida que não nos satisfaz, é colocar o problema de maneira insolúvel. Todavia, perguntar a nós mesmos quais são as pessoas que concretamente estão nos pressionando para fazer o que nos desagrada, pode ajudar a trazer uma solução. Só podemos lidar com a sociedade em termos concretos, palpáveis. Conforme nos relacionamos com cada pessoa, em cada lugar, em cada momento, estamos nos relacionando com a sociedade, porque cada pessoa específica, num determinado lugar e momento, é a sociedade para nós naquela hora. Generalizamos para não solucionarmos, e como tudo aquilo que nos acontece está vinculado à realidade, todas as vezes que quisermos encontrar desculpas para nós basta olhar a imperfeição externa.
Colocar-se como vítima é economizar coragem para assumir a limitação humana, é não querer entender que a morte antecede a vida, que a semente morre antes de nascer, que a noite antecede o dia. A vítima transforma as dificuldades em conflito, a sua vida num beco sem saída. Ser vítima é querer fugir da realidade, do erro, da imperfeição, dos limites humanos. Todas as evidências da nossa vida demonstram que o erro existe, existe em nós, nos outros e no mundo. Neurótica é a pessoa que não quer ver o óbvio. A vítima é uma pessoa orgulhosa que veste a capa da humildade. O orgulho dela vem de acreditar que ela é perfeita e que os outros é que não prestam. Crê que se o mundo não fosse do jeito que é‚ se sua esposa não fosse do jeito que é‚ se seus filhos não fossem do jeito que são, se o seu marido fosse diferente, ela estaria bem, porque ela, a vítima, é boa, os outros é que têm deficiências, apenas os outros têm que mudar.
A esse jogo chama-se o "Jogo da Infelicidade". A vítima é uma pessoa que sofre e gosta de fazer os outros sofrerem com o sofrimento dela, é a pessoa que usa suas dificuldades físicas, afetivas, financeiras, conjugais, profissionais, não para crescer, mas para permanecer nelas e, a partir disso, fazer chantagem emocional com as outras pessoas.
A vítima é a pessoa que ainda não se perdoou por não ser perfeita e transformou o sofrimento num modo de ser, num modo de se relacionar com o mundo. É como se olhasse para a luz e dissesse: "Que pena que tenha a sombra...", é como se olhasse para a vida e dissesse: "Que pena que haja a morte...", é como se olhasse para o sim e dissesse: "Que pena que haja o não...". E se nega a admitir que a luz e a sombra são faces de uma mesma moeda, que a vida é feita de vales e de montanhas.
Não são as circunstâncias que nos oprimem, mas, sim, a maneira como nos posicionamos diante delas, porque nas mesmas circunstâncias em que uns procuram o caminho do crescimento, outros procuram o caminho da loucura, da alienação. As circunstâncias são as mesmas, o que muda é a disposição para o alvorecer e para o desabrochar, ou para murchar e fenecer.
Autor doTexto: Antônio Roberto Soares
sexta-feira, 20 de maio de 2011
DEZ MANEIRAS DE AMAR A NÓS MESMOS!!
Do livro: Paz e Renovação.1 - Disciplinar os próprios impulsos.
2 - Trabalhar, cada dia, produzindo o melhor que pudermos.
3 - Atender aos bons conselhos que traçamos para os outros.
4 - Aceitar sem revolta a crítica e a reprovação.
5 - Esquecer as faltas alheias sem desculpar as nossas.
6 - Evitar as conversações inúteis.
7 - Receber o sofrimento o processo de nossa educação.
8 - Calar diante da ofensa, retribuindo o mal com o bem.
9 - Ajudar a todos, sem exigir qualquer pagamento de gratidão.
10 - Repetir as lições edificantes, tantas vezes quantas se fizerem necessárias, perseverando no aperfeiçoamento de nós mesmos sem desanimar e colocando-nos a serviço do Divino Mestre, hoje e sempre.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
A Doença Como Caminho de solução?
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Maioria dos Brasileiros diagnosticados com TDAH estão com diagnósticos errados
De acordo uma pesquisa divulgada pela Folha Uol, quase 75% das crianças e dos adolescentes brasileiros que tomam remédios para deficit de atenção não tiveram diagnóstico correto.
| Adicionar legenda |
O dado é de um estudo de psiquiatras e neurologistas da USP, Unicamp, do Instituto Glia de pesquisa em neurociência e do Albert Einstein College of Medicine (EUA), que será apresentado no 3º Congresso Mundial de TDAH (transtorno de deficit de atenção e hiperatividade), no fim do mês, na Alemanha.
A pesquisa colheu dados de 5.961 jovens, de 4 a 18 anos, em 16 Estados do Brasil e no Distrito Federal.
Os autores aplicaram questionários em pais e professores para identificar a ocorrência do transtorno, tendo como base os critérios do DSM-4 (manual americano de diagnóstico em psiquiatria).
As informações foram comparadas aos relatos dos pais sobre o diagnóstico que seus filhos receberam de outros profissionais, antes do período das entrevistas.
Só 23,7% das 459 crianças que haviam sido diagnosticadas com deficit de atenção realmente tinham o transtorno, segundo os critérios do manual. Das 128 que tomavam remédios para tratá-lo, só 27,3% tinham o problema, segundo os pesquisadores.
"Isso mostra que há muitos médicos prescrevendo o remédio, mas que não conhecem bem o problema", diz o neurologista Marco Antônio Arruda, coautor do estudo e diretor do Instituto Glia.
O remédio usado para tratar o transtorno é o metilfenidato, princípio ativo da Ritalina e do Concerta. A substância é da família das anfetaminas e age sobre o sistema nervoso central, aumentando a capacidade de concentração.
Entre os efeitos colaterais causados pela droga estão taquicardia, perda do apetite e o desenvolvimento de quadro bipolar ou psicótico em pessoas com predisposição.
Guilherme Polanczyk, psiquiatra da USP, relativiza a conclusão do estudo. "Muitas das crianças avaliadas podem estar sem sintomas por conta do uso dos remédios."
A pesquisa colheu dados de 5.961 jovens, de 4 a 18 anos, em 16 Estados do Brasil e no Distrito Federal.
Os autores aplicaram questionários em pais e professores para identificar a ocorrência do transtorno, tendo como base os critérios do DSM-4 (manual americano de diagnóstico em psiquiatria).
As informações foram comparadas aos relatos dos pais sobre o diagnóstico que seus filhos receberam de outros profissionais, antes do período das entrevistas.
Só 23,7% das 459 crianças que haviam sido diagnosticadas com deficit de atenção realmente tinham o transtorno, segundo os critérios do manual. Das 128 que tomavam remédios para tratá-lo, só 27,3% tinham o problema, segundo os pesquisadores.
"Isso mostra que há muitos médicos prescrevendo o remédio, mas que não conhecem bem o problema", diz o neurologista Marco Antônio Arruda, coautor do estudo e diretor do Instituto Glia.
O remédio usado para tratar o transtorno é o metilfenidato, princípio ativo da Ritalina e do Concerta. A substância é da família das anfetaminas e age sobre o sistema nervoso central, aumentando a capacidade de concentração.
Entre os efeitos colaterais causados pela droga estão taquicardia, perda do apetite e o desenvolvimento de quadro bipolar ou psicótico em pessoas com predisposição.
Guilherme Polanczyk, psiquiatra da USP, relativiza a conclusão do estudo. "Muitas das crianças avaliadas podem estar sem sintomas por conta do uso dos remédios."
Infelizmente muitos médicos fazem uso irregular da Ritalina e como a criança fica "boazinha" é dificil imaginar que pode ter algum efetio colateral, no entanto, as consequencias são importantes.
Em alguns países a Ritalina é proibida pelo governo, porque reconhece mais os malefícios que os benefícios...
Lucimária Rangel
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