Quem sou eu

Minha foto
Campinas, São Paulo, Brazil
Sou profissional que acredita no SER HUMANO e no seu desenvolvimento para aprimoramento de suas qualidades e potenciais!

Boas Vindas

Que bom que você chegou até aqui, leia, divulgue e diga o que achou dos textos ou sugira novos assuntos.
Participe desta corrente do saber!!!
Obrigada pela visita e volte sempre!!!!

Total de visualizações de página

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Atitudes que consomem energia física e mental


1. Pensamentos obsessivos - Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos - mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas. Não deixem aprender a lidar com a auto-obsessão, obsessões e suas derivações.

2. Sentimentos tóxicos - Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos. Sorria sempre! O riso e a alegria podem nos colocar em "Estado de Excelência", e como uma bela roupa para um baile, nos faz viver realmente o presente.

3. Maus hábitos, falta de cuidado com o corpo - Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética e psicológica . Como já é sabido de muitos, quem não cuida da parte física (do corpo) tão pouco cuidará de qualquer outra parte.
Procure ouvir músicas, ter leituras edificantes, boas conversas...

4. Fugir do presente - As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: “bons tempos aqueles!”, costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas. Faça o seu presente sempre melhor que da última vez que foi feito! Persiga a excelência em tudo que faça, pois ela se colocará no caminho da repercussão interior...e dará seus frutos também.

5. Falta de perdão - Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Quem não sabe perdoar os outros e a si mesmo, fica ”energeticamente obeso”, carregando fardos passados. Quando perdoamos alguém de algo, também perdoamos a nós mesmos! E nos abrimos para a paz interior!

6. Mentira pessoal - Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço. Não se pode esquecer que mentir nos afasta de nós mesmos e quando o filho anda mal o pai se ausenta! Use a verdade sempre e ela sempre estará do seu lado.

7. Viver a vida do outro - Ninguém vive só e, mas é preciso ter limites e saber amadurecer nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração. Reconectar consigo mesmo pode dar grande significado à nossa existência e proporcionar "vida própria" em nossa caminhada.

8. Bagunça e projetos inacabados - A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. Na medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro “escape” de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe “diz” inconscientemente: “você não me terminou! Você não me terminou!” Isso gasta uma energia tremenda. Ou você  termina ou livre-se dele e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da terminação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia, e eliminarão a onda de entropia que vem com a desordem.

9. Afastamento da natureza - A natureza é a maior fonte de alimento energético, nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais. Programe um passeio, uma caminhada que seja num parque ou praça, já nos dá oportunidade de equilibrarmos.
 Tenha ótimas energias!!!

Lucimaria Rangel

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

OS SETE PASSOS PARA A SUPERAÇÃO DO CONTROLE DO EGO

Aqui estão sete sugestões para ajudá-lo a transcender os conceitos enraizados do orgulho. Foi escrito com o intuito de preveni-lo contra a falsa identificação com o ego orgulhoso.

1. Pare de se sentir ofendido.
O comportamento de outras pessoas não é motivo para se sentir imobilizado. Existe a ofensa apenas quando você se enfraquece. Se procurar por situações que o aborreça, as encontrará em cada esquina. É o ego no controle convencendo você que o mundo não deveria ser do jeito que é. Mas é possível tornar-se um observador da vida e alinhar-se com o Espírito da Criação universal. Não se alcança o poder da intenção sentindo-se ofendido. Procure erradicar, de todas as formas possíveis, os horrores do mundo que emanam da identificação maciça do ego, e esteja em paz. A paz está em Deus e você que é parte Dele só retorna ao lar em Sua paz. O Ser está em Deus e você que é parte Dele só retorna ao lar em Sua paz. Ficar ofendido cria o mesmo tipo de energia destrutiva que a princípio o feriu, e leva a agressão, ao contra-ataque e a guerra.


2. Abandone o querer vencer.
O ego adora nos dividir entre ganhadores e perdedores. A busca pela vitória é a forma infalível de evitar o contato consciente com a intenção. Por quê? Porque basicamente é impossível vencer sempre. Algumas pessoas serão mais rápidas, mais sortudas, mais jovens, mais fortes e mais espertas que você e acabará se sentindo insignificante e sem valor diante delas.Você não se resume as suas conquistas e vitórias. Uma coisa é gostar de competir e se divertir num mundo onde vencer é tudo, mas não precisa ser assim em seus pensamentos. Não há perdedores num mundo onde todos compartilham da mesma fonte de energia. Só se pode afirmar que, em determinado dia, sua atuação esteve num certo nível comparada a outras. Mas cada dia é diferente, com outros competidores e novas situações a serem consideradas. Você continua sendo a infinita presença num corpo que está a cada dia ou a cada década, mais velho. Pare com essa necessidade de vencer, não aceite o conceito de que o contrário de vencer é perder. Esse é o medo do ego. Se seu corpo não está respondendo de forma vencedora, não importa, significa que você não está se identificando unicamente com seu ego. Seja um observador, perceba e aprecie tudo sem a necessidade de ganhar um troféu. Esteja em paz e alinhe-se com a energia da intenção. De forma inusitada, as vitórias aparecerão mais em seu caminho quanto menos as desejá-las.

3. Abandone o querer estar certo.
O ego é a raiz de muitos conflitos e desavenças porque o impulsiona julgar as pessoas como erradas. Quando a pessoa é hostil, houve uma desconexão com o poder da intenção. O Espírito de Criação é generoso, amoroso e receptivo; e livre de raiva, ressentimento ou amargura. Cessar a necessidade de ter razão nas discussões e nos relacionamentos é como dizer ao ego; "Não sou seu escravo. Quero me tornar generoso. Quero rejeitar a necessidade de ter razão". Dê a oportunidade de se sentir bem dizendo a outra pessoa que ela está certa, e agradeça-a por lhe direcionar ao caminho da verdade".Ao deixar de querer ter razão, você fortalece a conexão com o poder da intenção. Mas fique atento, pois o ego é um combatente determinado. Tenho visto pessoas terminarem lindos relacionamentos por apego a necessidade de estarem certas. Preste atenção à vontade controlada pelo ego. Quando estiver no meio de uma discussão, pergunte a si mesmo; "Quero estar certo ou ser feliz?" Ao optar por ser feliz, amoroso e predisposto espiritualmente, a conexão com a intenção se fortalecerá. Esses momentos expandem novas conexões com o poder da intenção. A Fonte universal começará a colaborar com você para uma vida criativa ao qual foi predestinado a viver.

4. Abandone o querer ser superior.
A verdadeira nobreza não é uma questão de ser melhor que os outros. É uma questão de ser melhor ao que você era. Concentre-se em seu crescimento, consciente de que ninguém neste planeta é melhor que ninguém. Todos nós emanamos da mesma força de vida criadora. Todos temos a missão de realizar nossa pretendida essência, tudo que precisamos para cumprir nosso destino está ao nosso alcance. Mas nada é possível quando nos sentimos superiores aos outros. É um velho ditado e, todavia, verdadeiro: somos todos iguais aos olhos de Deus. Abandone a necessidade de sentir-se superior, perceba a expansão de Deus em cada um. Não julgue as pessoas pelas aparências, conquistas, posses e outros índices do ego. Ao projetar sentimentos de superioridade retorna a você sentimentos de ressentimentos e até hostilidade. Esses sentimentos são veículos que os levam para longe da intenção. A distinção sempre leva a comparações. Baseia-se na falta vista no outro, e se mantém pela procura e ostentação das falhas percebidas.

5. Deixe de querer ter mais.
O mantra do ego é "mais". Ele nunca está satisfeito. Não importa o quanto conquistou ou conseguiu, o ego insiste que ainda não é o suficiente. Ele põe você num estado perpétuo de busca e elimina a possibilidade de chegada. Na realidade, você já está lá e a forma que opta para usar esse momento presente da vida é uma escolha. Ao cessar essa necessidade por mais, as coisas que mais deseja começam a chegar até você. Sem o apego da posse, fica mais fácil compartilhar com os outros. Você percebe o pouco que precisa para estar satisfeito e em paz.A Fonte universal é feliz nela mesma, expande-se e cria vida nova constantemente. Nunca obstrui suas criações por razões egoístas. Cria e deixa ir. Ao cessar a necessidade do ego de ter mais, você se unifica com a Fonte. Como um apreciador de tudo que aparece, aprende a lição poderosa de São Francisco de Assis: "É dando que se recebe". Ao permitir que a abundância lhe banhe, você se alinha com a Fonte e deixa essa energia fluir.

6. Abandone a idéia de você baseado em seus feitos.
É um conceito difícil quando se acredita que a pessoa é o que ela realiza. Deus compõe todas as músicas. Deus constrói todos os prédios. Deus é a fonte de todas as realizações. Posso ouvir os egos protestando em alto e bom som. Mas, vá se afinizando com essa idéia. Tudo emana da Fonte! Você e a Fonte são um só! Você não é esse corpo ou os seus feitos. Você é um observador. Veja tudo ao seu redor e seja grato pelas habilidades acumuladas. Todo crédito pertence ao poder da intenção, o qual lhe fez existir e do qual você é uma parte materializada. Quanto menos atribuir a si mesmo suas realizações, mais conectado estará com as sete faces da intenção, mais livre será para realizar e muito aparecerá em seu caminho. Quando nos apegamos às realizações e acreditamos que as conseguimos sozinhos abandonamos a paz e a gratidão à Fonte.

7. Deixe sua reputação de lado.
Sua reputação não está localizada em você. Ela reside na mente dos outros. Você não tem controle algum sobre isso. Ao falar para 30 pessoas, terá 30 imagens. Conectar-se com a intenção significa ouvir o coração e direcionar sua vida baseado no que a voz interior lhe diz. Esse é o seu propósito aqui. Ao preocupar-se demasiadamente em como está sendo visto pelos outros, mostra que seu eu está desconectado com a intenção e está sendo guiando pelas opiniões alheias. É o seu ego no controle. É uma ilusão que se levanta entre você e o poder da intenção. Não há nada a fazer, a não ser que você se desconecte da fonte de poder convencido de que seu propósito é provar o quão poderoso e superior é, desperdiçando sua energia na tentativa de obter uma reputação maior entre outros egos. Faça o que fizer, guie-se sempre pela voz interior conectada e seja grato à Fonte. Atenha-se ao propósito, desapegue-se dos resultados e assuma a responsabilidade do que reside dentro de você: seu caráter. Deixe os outros discutirem sobre a sua reputação, isso não interessa.
Ou como o título de um livro diz: O que você pensa não me diz respeito!

________________________________________________________

© 2008 Direitos Autorais Dr. Wayne W Dyer

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

7 dicas para melhorar as economias em 2011

 

1 - Assuma total responsabilidade pela sua vida financeira atual e pela mudança. O hábito de reclamar do país, da economia, dos pais, do chefe, da falta de oportunidades, do sócio e etc., coloca você no lugar da vítima. Quanto mais reclamamos, mais atrairemos situações para reclamar e deixamos de captar oportunidades de melhorar. Para de reclamar agora. De forma consciente ou inconsciente, você ajudou e muito a criar a sua situação financeira atual, seja ela boa ou ruim. Não é pra sentir culpa, mas é pra você assumir 100% da responsabilidade pela situação atual (não importa quem ou o que tenha contribuído) e assim você é também 100% responsável por mudar tudo. Dessa forma você sai do vitimismo e pode começar a agir. Não espere as situações mudarem, comece a agir e a coisas vão mudar.

2 - Desenvolva a visão de que o mundo é abundante, com infinitas possibilidades de prosperar para todos os seres humanos. Existe mais do que o suficiente para que todos os habitantes do planeta tenham uma vida abundante. Quando começamos a pensar dessa forma, nos libertamos da culpa em prosperar pois entendemos que tem pra todo mundo e que é possível que todos acessem a abundância (mesmo que muitos ainda não tenham conseguido). Além disso, nossa mente começará a enxergar oportunidades de prosperar em todos os lugares. Quando comecei a mudar minha forma de pensar, comecei a enxergar em todo problema vejo, oportunidades de ajudar as pessoas e prosperar com isso. É incrível como uma mudança mental nos faz enxergar coisas que antes não víamos. Onde há problemas, insatisfações, reclamações há oportunidades de se criar bens e serviços para solucioná-las.

3 - Doe 10% ou mais de tudo que você ganhar. A prática da doação é um poderoso gerador de prosperidade. A doação purifica a negatividade e isso diminui perdas e prejuízos e ajuda a atrair mais oportunidade de se ganhar. Além disso, quando doamos estamos enviando uma vibração de prosperidade, de que temos mais do que o suficiente e por isso podemos doar. Essa vibração atrairá mais situações para que você prospere. Não espere ter mais para doar. Doe agora e verá a sua prosperidade aumentar. Escolha causas que você considera com sendo boas, que trazem crescimento para o seres humanos pra fazer a sua doação: instituições beneficentes, ONGs, filosofias espiritualistas, religiões, projetos nos quais você acredita, e etc.

4 - Seja um bom recebedor. Sinta-se merecedor de uma vida próspera e abundante. Existe mais do que o suficiente para todos e você é também um ser humano digno que merece tudo de bom.  Algumas pessoas são ótimas doadoras e conseguirão executar a dica do item 3 (doar 10%) com facilidade, mas são péssimas recebedoras e bloqueiam totalmente a entrada da prosperidade. Se sabotam, deixam para outras pessoas, perdem oportunidades, ficam cegas... Permita-se ter mais e se sentir bem com isso. Se você deseja o bem e a prosperidade para todo mundo, e acha que isso é algo espiritualmente saudável, que tal se incluir nesse "todo mundo"? Se sentir merecedor é ter amor proprio, é ter auto-estima.

5 - Liberte-se do desespero por ter mais. A vibração da necessidade, a ansiedade por mais, é uma vibração de escassez. E pela lei da atração, atraímos aquilo que vibramos e não aquilo que dizemos querer da boca para fora. Se você vibra necessidade e ansiedade, atrairá mais situações para se sentir ansioso e necessitado. Sendo assim, sinta-se pleno e grato com o que você tem agora. Sei que é difícil muitas vezes se libertar desses sentimentos.

6 - Faça uma lista de gratidão. Conforme visto no item anterior, se sentir feliz é uma ótima forma de atrair abundância. Sendo assim, faça uma lista de todas as coisas que você sente grato em ter. Olhe as coisas que você tem. Mesmo que não tenha tudo que deseja, você tem várias coisas e deve se sentir grato por isso. Você está lendo esse texto, provavelmente no seu computador, embaixo de um teto (seja próprio, alugado ou emprestado)! Comece a prestar  em tudo: roupas, sapatos, escova de dentes, papel, lápis, eletro domésticos... Não importa se ganhou, se você comprou ou se alguém lhe emprestou. O fato é que você usufrui de muitas coisas. Pare de focar no que você não tem, e faça uma lista para se sentir grato pelo que você tem. Leia a lista todos os dias antes de dormir e procure realmente sentir a sensação da gratidão surgindo. Alimente este sentimento. Se conseguir se sentir grato durante o dia em outros momentos, melhor ainda. Você estará contribuindo e muito para gerar mais e mais prosperidade. Essa vibração irá atrair mais situações pelas quais você se sentirá grato.

7 - Pare imediatamente de associar o dinheiro a pensamentos e sentimentos ruins! Sempre que você o associa a pensamentos e sentimentos negativos  (dinheiro é sujo, é o mal da humanidade, corrompe as pessoas e etc...) você dará uma jeito, inconscientemente, de se sabotar para não ter algo que pode ser tão nocivo. Dinheiro é uma ótima ferramenta, ame-o por tudo o que ele pode proporcionar na sua vida e na vida de outras pessoas. Claro que existem pessoas que fazem uso do dinheiro para causar sofrimento. Mas você pode escolher um caminho diferente: ganhar mais e mais para proporcionar bem estar e conforto para você, sua família e para quem mais você quiser.

 




__,_._,___

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

O Paradoxo do Nosso Tempo



Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos frequentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.
 
texto de George Carlin
Foi  humorista, ator e autor norte-americano, pioneiro no humor de crítica social.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

DOZE CONSELHOS PARA TER UM INFARTO FELIZ !!!


Dr. Ernesto Artur - Cardiologista

Estes conselhos 'amigos-da-onça' pode  servir de alerta para as pessoas, pois muitos  adotam esse tipo de vida inconscientemente.

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo.  As necessidades pessoais e familiares são secundárias.


2 Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.


3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.


4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.

5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.


6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes..


7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.


8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro. (e ferro , enferruja!!. .rs)

9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado.. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.


10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo.


11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.


12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.

Repita para si:

Eu não perco tempo com bobagens.
Duvido que voce não tenha um belo infarto se seguir os conselhos acima!!!



IMPORTANTE:


OS ATAQUES DE CORAÇÃO


Uma nota importante sobre os ataques cardíacos..
Há outros sintomas de ataques cardíacos, além da dor no braço esquerdo(direito). Há também, como sintomas vulgares, uma dor intensa no queixo, assim como náuseas e suores abundantes.


Pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque cardíaco. 60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam, não se levantaram... Mas a dor no peito, pode acordá-lo dum sono profundo.

Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e engula-as com um bocadinho de água. Ligue para Emergência (193 ou 190) e diga ''ataque cardíaco'' e que tomou 2 Aspirinas. Sente-se  numa cadeira ou sofá e force uma tosse, sim forçar a tosse pois ela fará o coração pegar no tranco; tussa de dois em dois segundos, até chegar o socorro.. NÃO SE DEITE !!!!

terça-feira, 30 de novembro de 2010

QUEM ADOECE PRIMEIRO: O CORPO OU A ALMA?


          
                                                                                                             
Entrevista com o Dr. Jorge Carvajal, médico cirurgião da Universidade de Andaluzia, Espanha, pioneiro da Medicina Bioenergética. 10 de março de 2009.                                                               
                                                                                                                           
Na realidade, boa parte das enfermidades são exatamente o contrário: são a resistência do corpo emocional e mental à alma . Quando nossa personalidade resiste aos desígnios da alma, adoecemos.                                 
                                                                           
                                         
A Saúde e as Emoções                                                 
                                                                           
Há emoções prejudiciais à saúde?  Quais são as que mais nos prejudicam?                                  
 
70 por cento das enfermidades do ser humano vêm do campo da consciência emocional. As doenças muitas vezes procedem de emoções não processadas, não expressadas, reprimidas.  O medo, que é a ausência de amor, é a grande enfermidade, o denominador comum de boa parte das enfermidades que temos hoje. Quando o temor se congela, afeta os rins, as 
glândulas suprarrenais, os ossos, a energia vital, e pode converter-se em pânico.                                                                   
                                                                           
Então nos fazemos de fortes e descuidamos de nossa saúde?                 
 
De heróis os cemitérios estão cheios. Tens que cuidar de ti. Tens teus limites, não vás além.    Tens que reconhecer quais são os teus limites e superá-los, pois, se não os reconheceres, vais destruir teu corpo.       
                                                                           
Como é que a raiva nos afeta?                                    
 
A raiva é santa, é sagrada, é uma emoção positiva, porque te leva à autoafirmação, à busca do teu território, a defender o que é teu, o que é justo. Porém, quando a raiva se torna irritabilidade, agressividade, ressentimento, ódio, ela se volta contra ti e afeta o fígado, a digestão, o sistema imunológico.                                          
                                                                           
Então a alegria, ao contrário, nos ajuda a permanecer saudáveis?      
                                                                           
A alegria é a mais bela das emoções, porque é a emoção da inocência, do coração e é a mais curativa de todas, porque não é contrária a nenhuma  outra. Um pouquinho de tristeza com alegria escreve poemas. A alegria com medo leva-nos a contextualizar o medo e a não lhe darmos tanta importância.                                                          
 
A alegria acalma os ânimos?                                         
 
Sim, a alegria suaviza todas as outras emoções, porque nos permite processá-las a partir da inocência. A alegria põe as outras emoções em contato com o coração e dá-lhes um sentido ascendente. Canaliza-as para que cheguem ao mundo da mente.                   
 
E a tristeza?                                                           
 
A tristeza é um sentimento que pode te levar à depressão quando te deixas envolver por ela e não a expressas, porém ela também pode te ajudar. A tristeza te leva a contatares contigo mesmo e a restaurares o controle interno. Todas as emoções negativas têm seu próprio aspecto positivo.  Tornamo-las negativas quando as reprimimos.                   
                                                                                                                                                     
Convém aceitarmos essas emoções que consideramos negativas como parte de nós mesmos?                                                                           
 
Como parte para transformá-las, ou seja, quando se aceitam, fluem, e já não se estancam e podem se transmutar. Temos de as canalizar para que cheguem à cabeça a partir do coração. Que difícil!  Sim, é muito difícil. Realmente as emoções básica são o amor e o medo (que é ausência de amor), de modo que tudo que existe é amor, por excesso ou deficiência. Construtivo ou destrutivo. Porque também existe o amor que se aferra, o amor que superprotege, o amor tóxico, destrutivo.                         
 
Como prevenir a enfermidade?                                      
 
Somos criadores, portanto creio que a melhor forma é criarmos saúde. E, se criarmos saúde, não teremos que prevenir nem combater a enfermidade, porque seremos saúde.                                                     
   
E se aparecer a doença?                                  
                                                                           
Teremos, pois, de aceitá-la, porque somos humanos. Krishnamurti também adoeceu de um câncer de pâncreas e ele não era alguém que levasse uma vida desregrada. Muita gente espiritualmente muito valiosa já adoeceu. Devemos explicar isso para aqueles que crêem que adoecer é fracassar. O fracasso e o êxito são dois mestres e nada mais. E, quando tu és o aprendiz, tens que aceitar e incorporar a lição da enfermidade em tua vida.  Cada vez mais as pessoas sofrem de ansiedade.  A ansiedade é um sentimento de vazio, que às vezes se torna um oco no estômago, uma sensação de falta de ar. É um vazio existencial que surge quando buscamos fora em vez de buscarmos dentro. 
 
Surge quando buscamos nos acontecimentos externos, quando buscamos muleta, apoios externos, quando não temos a solidez da busca interior.  Se não aceitarmos a solidão e não nos tornarmos nossa própria companhia, sentiremos esse vazio e tentaremos preenchê-lo com coisas e posses. Porém, como não pode ser preenchido de coisas, cada vez mais o vazio aumenta.   
                                                                           
Então, o que podemos fazer para nos libertar dessa angústia?             
                                                                           
                                                                           
Não podemos fazer passar a angústia comendo chocolate ou com mais calorias, ou buscando um príncipe azul fora. Só passa a angústia quando entras em teu interior, te aceitas como és e te reconcilias contigo mesmo. A angústia vem de que não somos o que queremos ser, muito menos o que somos, de modo que ficamos no “deveria ser”, e não somos nem uma coisa nem outra. 
                                         O estresse é outro dos males de nossa época.
O estresse vem da competitividade, de que quero ser perfeito, quero ser melhor, quero ter uma aparência que não é minha, quero imitar. E realmente só podes competir quando decides ser um competidor de ti mesmo, ou seja,quando queres ser único, original, autêntico e não uma fotocópia de ninguém. O estresse destrutivo prejudica o sistema imunológico. Porém, um bom estresse é uma maravilha, porque te permite estar alerta e desperto nas crises e poder aproveitá-las como oportunidades para emergir a um novo nível de consciência.                                                     
                                                                           
O que nos recomendaria para nos sentirmos melhor com nós mesmos?         
                                                                           
                                                                           
A solidão.  Estar consigo mesmo todos os dias é maravilhoso.  Passar 20 minutos consigo mesmo é o começo da meditação, é estender uma ponte para a verdadeira saúde, é acender o altar interior, o ser interior. Minha recomendação é que a gente ponha o relógio para despertar 20 minutos antes, para não tomar o tempo de nossas ocupações. Se dedicares, não o tempo que te sobra, mas esses primeiros minutos da manhã, quando estás rejuvenescido e descansado, para meditar, essa pausa vai te recarregar,  porque na pausa habita o potencial da alma.                                                                         
                                                                           
O que é para você a felicidade?                                         
                                                                         
É a essência da vida. É o próprio sentido da vida. Encarnamos para sermos felizes, não para outra coisa. Porém, felicidade não é prazer, é integridade. Quando todos os sentidos se consagram ao ser, podemos ser felizes. Somos felizes quando cremos em nós mesmos, quando confiamos em nós, quando nos empenhamos transpessoalmente a um nível que transcende o pequeno eu ou o pequeno ego. Somos felizes quando temos um sentido que vai mais além da vida cotidiana, quando não adiamos a vida, quando não nos alienamos de nós mesmos, quando estamos em paz e a salvo com a vida e com nossa consciência. Viver o Presente. 
 
É importante viver no presente? Como conseguir?                                                         
                                                                           
Deixamos ir-se o passado e não hipotecamos a vida às expectativas do futuro quando nos ancoramos no ser e não no ter. Eu digo que a felicidade tem a ver com a realização, e esta com a capacidade de habitarmos a realidade.  E viver em realidade é sairmos do mundo da confusão.         
 
Em sua opinião, estamos tão confusos assim? 
                                                                         
Temos três ilusões enormes que nos confundem. Primeiro cremos que somos um corpo e não uma alma , quando o corpo é o instrumento da vida e se acaba com a morte. Segundo, cremos que o sentido da vida é o prazer, porém com mais prazer não há mais felicidade, senão mais dependência. Prazer e felicidade não são o mesmo. Há que se consagrar o prazer à vida e não a vida ao prazer. A terceira ilusão é o poder; cremos ter o poder infinito de viver.
 
E do que realmente necessitamos para viver? Será de amor, por acaso?                                                 
                           
O amor, tão trazido e tão levado, e tão caluniado, é uma força renovadora. O amor é magnífico porque cria coesão. No amor tudo está vivo, como um rio que se renova a si mesmo.
 No amor a gente sempre pode renovar-se, porque ordena tudo.
 No amor não há usurpação, não há deslocamento, não há medo, não há ressentimento, porque quando tu te ordenas porque vives o amor,  cada coisa ocupa o seu lugar, e então se restaura a harmonia.
 
Agora, pela perspectiva humana, nós o assimilamos com a fraqueza, porém o amor não é fraco. Enfraquece-nos quando entendemos que alguém a quem amamos não nos ama. Há uma grande confusão na nossa cultura. Cremos que sofremos por amor, porém não é por amor, é por paixão, que é uma variação do apego.
 O que habitualmente chamamos de amor é uma droga. Tal qual se depende da cocaína, da maconha ou da morfina, também se depende da paixão.
 É uma muleta para apoiar-se em vez de levar alguém no meu coração para libertá-lo e libertar-me. O verdadeiro amor tem uma essência fundamental que é a liberdade, e sempre conduz à liberdade. Mas às vezes nos sentimos atados a um amor. Se o amor conduz à dependência é Eros. Eros é um fósforo, e quando o acende ele se consome rapidamente em dois minutos e já te queimas o dedo. Há amores que são assim, puras chispa. Embora essa chispa possa servir para acender a lenha do verdadeiro amor. Quando a lenha está seca, produz fogo. Esse é o amor impessoal, que produz luz e calor.                              
 
Pode nos dar algum conselho para alcançarmos o amor verdadeiro?           
 
Somente a verdade. Confia na verdade; não tens que ser como a princesa dos sonhos do outro, não tens que ser nem mais nem menos do que és. Tens um direito sagrado, que é o direito de errar; tens outro, que é o direito de perdoar, porque o erro é teu mestre. Ama-te, sê sincero contigo mesmo e leva-te em consideração. Se tu não te queres, não vais encontrar ninguém que possa te querer. Amor produz amor. Se te amas, vais encontrar amor. Se não, vazio. Porém nunca busques migalhas, isso é indigno de ti. A chave então é amar-se a si mesmo. E ao próximo como a ti mesmo. Se não te amas a ti, não amas a Deus, nem a teu filho, porque estás te apegando, estás  condicionando o outro. Aceita-te como és; não podemos transformar o que não aceitamos, e a vida é uma corrente permanente de transformações.     
                                                             

terça-feira, 16 de novembro de 2010

UM POUCO DE CLARICE...

Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.

Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.

O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.

A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Como prevenir a violência doméstica em crianças


Com a constante atualização do social, encontramos a atualização de uma violência que não para com as nossas crianças. Infelizmente encontramos pais que por motivos de descontrole ou dificuldade de identificar seus próprios sentimentos acabam por descontar nos pequenos.
veja abaixo alguns dos principais motivos de descontrole e procure evitá-los em seu dia a dia

- Dificuldades cotidianas;
- Pobreza;
- Separação do casal;
- Crises financeiras;
- Características individuais (
temperamento difícil, retardo mental, hiperatividade, entre outros);
- Influências familiares;
- Aspectos sociais e culturais.
Não há uma única causa, assim como não há solução única.


Tipos de Violência Contra Crianças e Adolescentes (Gonçalves, 2005; OMS, 2002)

Violência FísicaAtos violentos com o uso da força física de forma intencional - não acidental - provocada por pais, responsáveis, familiares ou pessoas próximas.

Negligência
Omissão dos pais ou responsáveis quando deixam de prover as necessidades básicas para o desenvolvimento físico, emocional e social da criança e do adolescente.

Psicológica
Rejeição, privação, depreciaç ão, discriminação, desrespeito, cobranças exageradas, punições humilhantes, utilização da criança e adolescentes para atender às necessidades dos adultos.

Sexual
Toda a ação que envolve ou não o contato físico, não apresentando necessariamente sinal corporal visível. Pode ocorrer a estimulação sexual sob a forma de práticas eróticas e sexuais (violência física, ameaças, indução, voyerismo, exibicionismo, produção de fotos e exploração sexual).


Quais os possíveis efeitos da violência contra crianças e adolescentes?

- Hiperatividade ou retraimento;
- Baixa auto-estima, dificuldades de relacionamento;
- Agressividade (ciclo de violência);
- Fobia, reações de medo, vergonha, culpa;
- Depressão;
- Ansiedade;
- Transtornos afetivos;
- Distorção da imagem corporal;
- Enurese e/ou encoprese;
- Amadurecimento sexual precoce, masturbação compulsiva;
- Tentativa de suicídio, e outros...


Quem protege a criança e o adolescente?

O artigo 5º do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, Lei Federal 8.069/90) que dispõe: "Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais".


Como notificar os casos de violência contra crianças e adolescentes?

- Conselho Tutelar
- Secretaria Municipal de Saúde
- Promotoria Infância e Juventude
- Delegacia da Infância e Juventude
- Defensoria Pública

segunda-feira, 26 de julho de 2010

O Que é fazer aniversário?


Feliz aniversário,  Um momento especial de renovação para sua alma e seu espírito, porque Deus, na sua infinita sabedoria, deu à natureza, a capacidade de desabrochar a cada nova estação e a nós capacidade de recomeçar a cada ano. Desejo a você, um ano cheio de amor e de alegrias. Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas. Sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes. Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus. É ser grato, reconhecido, forte, destemido. É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo.
por : Paulo Gracindo fonseca

sábado, 17 de julho de 2010

PESSOAS SÃO COMO ELOS


Elos que se entrelaçam pela força do destino.
Elos que se definem pelo livre arbítrio.
Pessoas formam histórias...
Histórias de vida com rumos nem sempre destinados.
A nossa vida é compartilhada com pessoas que amamos, pessoas que não gostamos, pessoas especiais ou insignificantes.
A nossa história é formada por pessoas!
Muitas delas ficam apenas um pouquinho conosco. Outras  bagunçam tudo e somem.
Outras uma eternidade de tempo físico...
Outras uma eternidade de tempo imortal...
Algumas ficam conosco mesmo depois que o elo físico se rompa.
São relações eternas de amor!
Esses elos fundamentam o nosso alicerce de vida.
Tem pessoas que vão e ficam ao mesmo tempo.
São pessoas que jamais nos deixam sós, pelo simples fato de morarem dentro de nós.
Essas são elos inquebráveis.
Elos de amizade.
Elos de amor.
Elos de carinho.
Elos virtuais.mas tão reais.
Elos que nos marcam profundamente!
E assim é a corrente da vida!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Depressão pode dobrar risco de demência, segundo estudo publicado no periódico Neurology

 Estudo com dezessete anos de seguimento, publicado no periódico Neurology, analisou a presença de sintomas1 depressivos e o risco de demência2 em participantes do estudo Framingham Heart Study. Os resultados mostram que a depressão está associada a um aumento no risco de demência2 e doença de Alzheimer3.

A depressão pode estar associada com o aumento no risco de demência2, embora o resultado de outras análises populacionais seja inconsistente. No presente estudo foi avaliada a associação entre sintomas1 depressivos e a incidência4 de demência2 durante dezessete anos de acompanhamento de 949 participantes do Framingham Heart Study (63,6% mulheres com idade média de 79 anos). O diagnóstico5 de depressão, presente em 13,2% da amostra, foi realizado no ponto de corte 16 da “Escala de rastreamento populacional para depressão” (CES-D) desenvolvida pelo National Institute of Mental Health.
Durante o seguimento, 164 participantes desenvolveram demência2. Destes, 136 casos eram casos de doença de Alzheimer3. Um total de 21,6% dos participantes deprimidos no início do estudo desenvolveu demência2, em comparação a 16,6% daqueles não deprimidos. Os indivíduos deprimidos tinham um risco 50% maior de desenvolver demência2 e doença de Alzheimer3. Os resultados eram semelhantes quando participantes em uso de antidepressivos para tratar a depressão eram incluídos nas análises. Para cada aumento de 10 pontos no ponto de corte da CES-D, o risco para demência2 e doença de Alzheimer3 aumentava significativamente.

Concluiu-se que a depressão pode ser um fator de risco6 para demência2, que o uso de antidepressivos não diminui este risco e que as pessoas com risco aumentado para depressão devem ser encorajadas a ter atitudes que possam ajudar na prevenção desta condição.

Fonte: Neurology, volume 75, de 6 de julho de 2010

quarta-feira, 23 de junho de 2010







1 A MURALHA: barreira, muro grande, algo intransponível...
A grande muralha que o DQ cria é psicológica - psiché [alma], nos sentimento [emoções, afetos] mental, intelectual, racional. As conseqüências é que vai crescendo a muralha psicológica que separa a REALIDADE [dependência química] da FANTASIA = ILUSÃO [ex. mecanismos defesa] sustentada pelo alicerce do ORGULHO [ex. vergonha/medo/ raiva etc.]
O primeiro passo é conhecer os mecanismos de NEGAÇÃO [parar de negar a vida de DQ]
O segundo passo é começar a pôr dentro a sua ACEITAÇÃO [aceita a ação]
ACEITAÇÃO - aceitar a realidade [o que se sente] e os retornos [o que se escuta], por para
dentro e não jogar fora; vou ter negação ou não, vou ter raiva ou não, barganha pode haver ou
não, vou sentir indiferença ou não, vou fazer a reflexão, nesse ponto posso ter aceitação da
realidade sentida e/ou retornos ouvidos, e não aceitação é que o não me serviu eu jogo fora.
2 MECANISMOS DE DEFESA
2-1 fantasia
- negação uso pouco, uso da natureza, só maconha, só álcool, não uso mais, vou parar.
- minimização diminuir o uso, só no final de semana, um copinho, uma dose, uma caipirinha.
- maximização aumento dos problemas com o uso da droga [baixa auto-estima e autopiedade].
- manipulação mentira, chantagem com motivo [usa o sentimento do outro para alcançar um objetivo ou aprovação: o uso/compra da droga].
-justificativa é a 3a fase do uso da droga, pôr ir mal no emprego: bebe, briga com a esposa bebe.
- atenção ou memória seletiva autocentrada registra somente o que interessa a si; o processo de centralizar num só assunto, pôr exemplo de 1.000 DQ em recuperação um volta a beber sem problemas, e eu penso/ajo "sou um desses 1.000".
Intelectualização e racionalização usam de todos artifícios mentais para esconder a drogadição, usa de raciocínio lógico.
- projeção cobrir de culpa o próximo.
-autopiedade não nega beber.
-desfocalização deslocar o assunto da sua dependência/outros sentimentos/fatos/pessoas.
2-2 mecanismos de defesa:
A - a realidade é rejeitada [relativo a comportamento]
A.1 - isolamento social
Tendência a voltar-se para si mesmos, evitando todo tipo de confronto da realidade, é uma forma de fuga dos próprios sentimentos. Exprime-se como falta de iniciativa, incerteza sobre o seu próprio desempenho falta de planificação, dedicação às coisas de rotina para fugir do novo EU de mudanças.
A.2 - agressividade [ver como pedido de ajuda]
Trata-se de curto-circuito entre o estímulo e a ação. São ações impulsivas, as cabeças, os atos autodestrutivos, as rebeliões provocativas, os desatinos obstinados. Podendo ser vista por dois ângulos
1- Com esse ato, a pessoa inconscientemente procura remover de si, toda consideração da realidade, sem planificação, ou seja, sem pensar "no que devo" ou "no que quero" fazer.
2- É o modo de admitir a própria dependência, e em um nível mais profundo, "é o medo da perda do EU", do papel que se está vivendo.
A.3 - prepotência
É um pedido disfarçado. Um tipo de agressividade que trás embutido uma tensão a ser descarregada devido à presença de uma mensagem, mas que é por ele mesmo recusada. Essa mensagem pode ser vista como pedido de ajuda nas áreas de afeto, saúde física e mental, profissional, desejos e de relacionamentos.
A.4 - desafio
É uma reação de alguém que se sente ameaçado por alguma coisa ou pessoa, para assumir imaginariamente as suas qualidades, no caso o desafio. Sentindo-se um desafiador, reduz ou elimina o medo de continuar vivendo o seu papel, ou seja, de ver os supostos direitos agredidos.
A.5 - impulsividade
Consiste em assimilar transitoriamente uma pessoa real ou representar um papel da mesma, havendo uma identificação com ela a ponto de experimentar como feito a si, o que de fato é feito a essa pessoa. Este é um evidente comprometimento para a personalidade.
A.6 - intolerância
É um comportamento que claramente a intransigência, que pode retratar uma austeridade de cará
ter contrário aos princípios de liberdade. É uma recusa à convivência com credos e a prática de costumes diferentes de seus próprios, esta rejeição tem uma ligação às coisas que não posso modificar.
A.7 - projeção
É um comportamento contra os perigos que vem de fora, mas se o perigo vem de dentro, sua própria energia é colocada em crise: projetando, o perigo é transferido ou exteriorizado, sendo dessa forma "eliminado".
Pode ser vista de duas maneiras:
1-Transferindo o mal estar pelo qual está passando para o outro, exemplo "Não sou eu que estou nervoso, é você que não está bem".
2-Atribui aos outros, os motivos que explicariam as próprias perturbações, exemplo "Eu estou nervoso, mas foi você quem me fez ficar nervoso".
A.8 - negação
Consiste em criar bloqueios de certas percepções de mundo externo, ou seja, inconscientemente nega situações intoleráveis de uma realidade externa, para proteger-se de um sofrimento. Assim a criança fecha os olhos e acredita que não é vista pelos outros. O dependente químico num processo de autodestruição nega a sua realidade. Da mesma forma que o familiar do dependente nega o seu envolvimento, ou mesmo, a sua auto-anulação.
A.9 - fixação ou regressão
É um mecanismo de defesa que protege a pessoa do medo da destruição pelo confronto pessoal com as dificuldades de sua situação real, o que ao mesmo tempo, lhe impede de crescer e de amadurecer. Um eterno vir-a-ser. Um eterno anular-se, não buscando atingir metas criadas, que pode riam ser atingidas.
A.10 - negligenciar o presente
Através deste mecanismo, um impulso ou sentimento é inconscientemente deslocado de um objeto ou pessoa original para outro substituto. Através deste comportamento, o indivíduo é protegido do sofrimento que resultaria da consciência da real origem de um problema. Seus efeitos podem vir à tona, mas o motivo original é disfarçado, ou seja, não é reconhecido.
1-O familiar passa a reprimir ou hostilizar os companheiros do seu dependente, como forma de uma transferência de seus impulsos agressivos e os temores originalmente dirigidos aos pais, esposa [o] ou filhos do dependente.
2-O dependente químico passa a culpar ou hostilizar seus familiares, a empresa, sociedade, como forma de não querer reconhecer que seus impulsos agressivos e seus temores se originam da maneira abusiva de usar o álcool ou a droga.
B - a realidade é transformada [imaturidade relativo à imagem.
B.1 - onipotência
São fantasias e comportamentos que traduzem uma pretensão de poder absoluto. Tendência à grandiosidade, desejo doentio de possuir objetos a serviço do seu EU, convicção inconsciente de ter direito de receber honras e reverências, pretensão de ser perfeito e de ser tratado como alguém privilegiado, especial. Deprecia tudo aquilo que ofusca a própria segurança. No fundo há um sentimento de insegurança, inferioridade e ausência de capacidade de amar em seus confrontos ou relacionamentos.
B.2 justificar
Quando a pessoa não consegue realizar o que pretende ou quando se sente ameaçada por algo de fora dela. Justificando, busca identificar-se com esta imagem. Satisfaz inconscientemente o imperioso desejo narcisista de "ser como", mas para tanto justifica todas as suas atitudes. Tendo sempre sua vida nas mãos das outras pessoas.
B.3 - auto- agressividade
Consiste em simplesmente excluir da consciência os impulsos perigosos ao "EU". O processo funciona como o esquecimento, podendo-se chegar a não se dar conta de certas realidades que o cerca ou de seu próprio "EU" [despersonalização]. Existe neste mecanismo a cegueira psíquica, a paralisia psíquica, gerando uma raiva por si mesmo.
B.4 - fantasia
É um conjunto de idéias ou imagens mentais que procuram resolver os conflitos emocionais, através da satisfação imaginária dos impulsos. Este mecanismo reveste-se de um caráter doentio quando tende a impedir continuamente a resolução dos conflitos, a satisfação real dos impulsos vitais e o contato com realidade.
B.5 - compensação
É o processo pelo qual um impulso é modificado de forma a ser expresso de conformidade com as demandas do meio. Este processo inconsciente é considerado sempre com uma função normal do "EU normal. Embora o impulso original não seja consciente, não existe a repressão, pois ao deparar com a rejeição pela consciência, o impulso é desviado para canais aceitos.
B.6 - transferência ou sublimação
C - a realidade é reinterpretada neuroticamente
C.1 - formação reativa
A pessoa pensa sente e faz o contrário, do que instintivamente pensaria, sentiria ou faria. É também chamada transformação no contrário. É expressar um pensamento, afeto ou comportamento que na forma ou direção manifestada, são diretamente contrárias ao impulso inaceitável que está por de trás do tipo de conduta. Esta defesa se reconhece pelo excesso. Exemplo - Esconder o medo com atitudes temerárias; insistir exageradamente sobre algum hábito ou uso indevido de álcool ou outras drogas, mais pela ansiedade, que por amor à verdade e ao bem
C.2 - introjeção/isolamento
É um processo psíquico mediante o qual o indivíduo se isola da carga emotiva ligada a um acontecimento qualquer, permanecendo emocionalmente frio. A emoção retida, geralmente acaba por se expressar mais tarde de modo imprevisto, com efeito, totalmente desproporcional à respectiva causa aparente, seja ela por explosão de cólera, de choro ou por um ato sexual aparentemente inexplicável.
C.3 - racionalização
É um mecanismo mental empregado pelo "EU" para justificar. É como uma desculpa apresentada para explicar uma atitude ou um comportamento social ou pessoalmente pouco aceitável. Exemplo - Atribuir a irritabilidade ao calor, atribuir o seu mal estar ao marido, esposa, filho, patrão. O atraso a um encontro pouco desejável, ao trânsito, quando na realidade não se quisesse este encontro. Não busca a verdade, mas a autodefesa, pelo que a idéia é levada adiante com rigidez e intolerância. Quem usa a racionalização termina ele mesmo por acreditar nas desculpas que apresenta.
C.4 - repressão ou recalque
É um processo automático que mantém fora da consciência, impulsos, idéias ou sentimentos inaceitáveis os quais não podem tornar-se conscientes através da evocação. É um mecanismo de defesa básico e percebe a maioria dos outros, funciona como reforços, quando a repressão é incompleta.
C.5 - intelectualização
É o uso defensivo da razão, menos elaborado. Consiste em evitar o problema prático, enfrentando-o a nível teórico. Controlam-se os afetos e os impulsos com a reflexão abstrata mais que se refazendo na experiência. É um excesso de pensamento, privado do componente afetivo.
D - a realidade é aceita [mecanismos protetores de controle] supressão, antecipação, humorismo.